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Mercados mantêm clima de cautela

A ausência de notícias relevantes sobre os ataques dos Estados Unidos ao Afeganistão e sobre a crise argentina durante a manhã manteve os investidores em compasso de espera esta manhã. Os mercados financeiros operaram com maior tranqüilidade, mas o clima de cautela em relação às perspectivas futuras, principalmente após as eleições parlamentares no país vizinho no próximo domingo, permanecem. Às 15h10, o dólar comercial estava cotado a R$ 2,7840 na ponta de venda dos negócios. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera com alta de 1,39%. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 24,050% ao ano, frente a 24,490% ao ano ontem.Em Nova York, a preocupação com os desdobramentos da guerra e com os resultados trimestrais das empresas, que começam a ser divulgados, pressionaram as bolsas norte-americanas. Os investidores aguardam com expectativa a divulgação do balanço da Motorola, que sai depois do fechamento do pregão. Há pouco, o Dow Jones - Índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - estava em queda de 0,55%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - opera com baixa de 2,04%. ArgentinaA volta do feriado na Argentina foi mais tranqüila e não trouxe novidades durante a manhã. Mas, no início da tarde, a novidade foi a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor´s que rebaixou a dívida de longo prazo do país vizinho de B- para CCC+. Segundo apurou o repórter Renato Martins, a agência informou que "o rebaixamento reflete os desafios econômicos e sociais cada vez mais severos que a Argentina enfrenta para equilibrar o Orçamento federal. A baixa arrecadação de impostos em setembro e a provável necessidade de US$ 900 milhões em cortes de gastos adicionais põem em destaque os desafios cada vez maiores que o governo enfrenta para implementar seu programa fiscal".

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