Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Mercados menos instáveis durante a manhã

Apesar da menor instabilidade no mercado financeiro durante a manhã, os investidores continuam atentos ao risco de que os ataque dos Estados Unidos e dos países aliados ultrapassem a fronteira do Afeganistão e de que a ofensiva se prolongue por muito tempo, prejudicando o desempenho da economia mundial.Em relação à Argentina, as atenções estão voltadas para as eleições legislativas deste domingo, que podem piorar ainda mais o cenário para o Brasil, caso políticos de oposição ao governo ocupem a maioria dos postos. Se o país vizinho não cumprir o compromisso firmado junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI), de déficit zero, a confiança dos investidores com a situação da Argentina pode cair ainda mais e esta aversão ao risco pode se estender ao Brasil. Alguns analistas acreditam que, destas eleições, pode sair uma nova coalizão política e um novo plano de governo. Comenta-se que o FMI e o governo argentino vão esperar passar as eleições para definir a reestruturação da dívida externa. Com a confiança dos investidores estrangeiros em baixa, a Argentina caminha para as eleições sem ter anunciado a moratória ou mudança de cambial.Veja os números do mercado financeiroÀs 15h, o dólar comercial era vendido a R$ 2,7650, com queda de 0,61% em relação aos últimos negócios de ontem. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera com alta de 1,03%. No mercado de juros, os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 23,890% ao ano, frente a 24,290% ao ano registrados ontem.Em Nova York, o Dow Jones - Índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - opera com alta de 1,75%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - registra alta de 2,39%.

Agencia Estado,

10 de outubro de 2001 | 15h15

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