Mercados: negócios em compasso de espera

A expectativa de poucos negócios no mercado de ações confirmou-se. Na primeira parte do pregão, apenas R$ 98 milhões passaram pelo pregão da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), projetando um volume de R$ 250 milhões até o fechamento dos negócios. Quanto ao desempenho, há pouco registrava-se alta de 0,23%. Os investidores começam a contabilizar os prejuízos nesse mercado. No acumulado do ano, o Ibovespa - Índice que mede a valorização das ações de empresas mais negociadas na Bovespa - acumula perdas em torno dos 14%. O mesmo ritmo de negócios percebe-se nos mercados de juros e câmbio. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 16,910% ao ano, estáveis em relação ao patamar de sexta-feira. Segundo especialistas nesse mercado, os juros estão ajustados à taxa básica de juros (Selic) - de 15,75% ao ano - e ninguém fará apostas novas antes da virada do milênio.O dólar comercial está cotado a R$ 1,9620 na ponta de venda dos negócios - alta de 0,10% em relação aos últimos negócios de sexta-feira. O clima que prevalece nas mesas que operam em esquema de plantão é de otimismo. Operadores acreditam que não deve haver oscilações no mercado e qualquer notícia nova que possa beneficiar o mercado também só deve ser devidamente computada no início do ano.

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