finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Mercados operaram otimistas com a nova Selic

O dia foi de reação aos fatos definidos ontem. A queda da Selic, taxa básica referencial da economia, de 0,5 ponto porcentual, passando de 15,75% para 15,25% ao ano, ficou dentro da margem esperada, mas surpreendeu aos mais pessimistas. Além disso, os mercados norte-americanos operaram mais animados com a expectativa de corte de juros nos EUA de 0,5 ponto porcentual. Com isso, o resultado foi queda nos juros e alta na Bolsa.Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - fecharam o dia pagando juros de 15,830% ao ano, frente a 16,020% ao ano ontem. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 1,92%. E o dólar fechou em R$ 1,9540, com queda de 0,15%. Nos EUA, o Dow Jones - Índice que mede as ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - fechou em alta de 0,89%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York -, em alta de 3,21%.Embora o corte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) na produção de petróleo de 1,5 milhão de barris diários fosse esperado pelo mercado, os negócios hoje registraram leve alta. Às 18:30, os negócios com o petróleo bruto do tipo Brent para entrega em março fecharam em alta de 0,83% em Londres, a US$ 25,62 por barril.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.