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Mercados oscilam com notícias argentinas

A Argentina continua no comando dos negócios no mercado financeiro. As oscilações registradas durante a manhã seguiram as notícias positivas e negativas que vieram do país vizinho. No início da manhã, com a possibilidade de acerto da operação de troca da dívida de curto prazo por títulos com vencimento mais longo, os investidores começaram o dia mais otimistas. O ministro da Economia, Domingo Cavallo, negou o acerto final da operação e a reação dos mercados foi negativa. Mas a perspectiva dos investidores de que a troca está próxima influenciou novamente os mercados que voltaram a operar no terreno positivo.Há pouco, os principais títulos da dívida argentina (FRBs) valiam 0,8200 centavos por dólar - valorização de 1,80% em relação ao fechamento de ontem. Os papéis brasileiros (C-Bonds) seguem a tendência e a cotação é de 0,75250 centavos por dólar - alta de 0,625% em relação ao fechamento de ontem.A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera com alta de 1,09%. O dólar comercial está cotado a R$ 2,2280 na ponta de venda dos negócios - queda de 0,45% em relação ao fechamento de ontem. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 21,300% ao ano, frente a 22,280% ao ano registrados ontem. Em Nova York, as bolsas operam em baixa. O Dow Jones - índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - registra queda de 1,07%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - opera em baixa de 3,31%.Atenção à questão políticaHá pouco começou a acareação entre os Senadores Antônio Carlos Magalhães e José Roberto Arruda, assim como Regina Borges, diretora do Prodasen, o serviço de processamento de dados do Senado, sobre o escândalo de violação do painel de votação durante a sessão de cassação do ex-Senador Luis Estêvão. Analistas acreditam que, enquanto as investigações não atingirem o Executivo federal, o mercado financeiro não reagirá de forma negativa. Mas o clima não deixa de ser de cautela.

Agencia Estado,

03 de maio de 2001 | 15h05

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