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Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Mercados: otimismo com números dos EUA

As notícias internacionais deixaram o mercado financeiro mais otimista nessa manhã. O índice de preços ao consumidor (CPI), referente ao mês de dezembro, divulgado nos Estados Unidos, ficou dentro do esperado - em 0,2%. Em relação à produção industrial, houve uma retração de 0,6% em dezembro, acima da queda esperada de 0,5%. Além dos números macroeconômicos, o mercado acionário também foi influenciado pelos balanços de empresas norte-americanas. Ontem, a Intel - líder mundial na fabricação de chips - informou que obteve lucro de US$ 0,38 por ação no quarto trimestre, US$ 0,01 acima das projeções. Os números são importantes pois sinalizam o ritmo do desaquecimento norte-americano. No início da tarde, o Dow Jones - Índice que mede as ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - operava em alta de 0,21%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - registra alta de 4,77%. No Brasil, os negócios foram favorecidos pelo desempenho das bolsas internacionais. Além disso, opera em compasso de espera em função da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve divulgar hoje a nova taxa básica de juros - Selic. O patamar está em 15,75% e espera-se um corte de 0,25 ponto porcentual ou 0,50 ponto porcentual. Há pouco, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operava em alta de 2,86%. O dólar comercial está cotado a R$ 1,9540 na ponta de venda dos negócios - alta de 0,10% em relação aos últimos negócios de ontem. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 16,070% ao ano, frente a 16,160% ao ano registrados ontem.

Agencia Estado,

17 de janeiro de 2001 | 15h01

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