Mercados reabrem estáveis, mas cautelosos

A queda das cotações do dólar provocada por medidas adotadas pelo Banco Central (BC) e pela Comissão de Valores Mobiliário (CVM) não deve ter sustentação por muito tempo, de acordo com analistas (veja mais informações no link abaixo). O mais importante, segundo eles, é a forte necessidade de recursos estrangeiros que o País terá no próximo ano.A expectativa de retração na atividade econômica mundial continua e a dimensão que ela vai tomar depende da reação norte-americana aos grupos terroristas. Se os conflitos forem centralizados e com um final rápido, o desaquecimento econômico será menor. Mas, se atingirem regiões produtoras de petróleo e o preço do ativo subir muito, este cenário será mais negativo. Para o Brasil, isso dificultaria ainda mais a entrada de recursos estrangeiros em 2002.O dólar comercial começou o dia cotado a R$ 2,6600 e, às 10h46, era vendido a R$ 2,6640, com queda de 0,41% em relação aos últimos negócios de ontem. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 23,430% ao ano, frente a 24,030% ao ano ontem. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em alta de 2,42%.O índice Merval da Bolsa de Valores de Buenos Aires está em alta de 0,76%. Nos Estados Unidos, o Dow Jones - Índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - opera com alta de 0,35%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - registra alta de 0,49%. Não deixe de ver no link abaixo as dicas de investimento, com as recomendações das principais instituições financeiras, incluindo indicações de carteira para as suas aplicações, de acordo com o perfil do investidor e prazo da aplicação. Confira ainda a tabela resumo financeiro com os principais dados do mercado.

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