Mercados reagem à perspectiva de inflação

O pessimismo voltou a dominar as notícias no mercado interno. A revisão para cima da perspectiva de inflação em 2001, de 3,9 para 4,8%, deixou os investidores inseguros em relação à nova tendência para a taxa de juros no Brasil. Analistas consideram que a alta de 0,5 ponto porcentual, promovida na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em 21 de março, pode não ser suficiente para conter a pressão inflacionária. Nesse caso, o governo teria que elevar novamente a taxa básica de juros (Selic), que está em 15,75% ao ano (veja mais informações no link abaixo).A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda de 1,76%. O dólar comercial está cotado a R$ 2,1710 na ponta de venda dos negócios - alta de 0,88% em relação aos últimos negócios de ontem. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 21,150% ao ano, frente a 20,100% ao ano ontem. Em Nova York, a Nasdaq - a bolsa dos Estados Unidos que negocia papéis do setor de tecnologia e Internet - está em alta de 1,50%. O índice Dow Jones - que mede a valorização das ações de empresas mais negociadas na Bolsa de Nova York - registra alta de 0,74%.

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