Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Mercados registram instabilidade menor

Atentos às crises argentina e de energia no Brasil, os investidores esperam a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para o final do dia, que deve elevar a taxa básica de juros (Selic). A maioria das apostas dos analistas aponta para uma elevação de 0,5 ponto porcentual, o que faria com que a taxa Selic passasse de 16,75% para 17,25% ao ano.A manhã no mercado financeiro foi de instabilidade menor. O dólar recuou um pouco, mas mantém-se em patamares bastante elevados. Há pouco estava cotado a R$ 2,4780 na ponta de venda dos negócios - leve queda de 0,04% em relação aos últimos negócios de ontem. A cotação mínima do dia foi de R$ 2,4680, quando a desvalorização chegou a 0,44%.A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera com alta de 0,15%. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 22,810% ao ano, frente a 22,950% ao ano ontem.Em Nova York, o Dow Jones - Índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - está em queda 0,01%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - opera com baixa de 0,15%. Na Argentina, o índice Merval da Bolsa de Valores de Buenos Aires está em alta de 0,09%.Não deixe de ver no link abaixo as dicas de investimento, com as recomendações das principais instituições financeiras, incluindo indicações de carteira para as suas aplicações, de acordo com o perfil do investidor e prazo da aplicação. Confira ainda a tabela resumo financeiro com os principais dados do mercado.

Agencia Estado,

20 de junho de 2001 | 15h11

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