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Merkel acha leviano prever fim da crise

Ela considera impossível prever consequências sobre países exportadores

Efe,

16 de agosto de 2009 | 06h24

anceler alemã, Angela Merkel, não quer fazer previsões sobre o fim da crise apesar dos números da economia terem melhorado nos últimos meses. "Não seria sério apostar em uma data concreta", afirmou a chanceler em entrevista a ser publicada no semanário alemão Focus.

 

 De acordo com Merkel, a economia alemã vai precisar de "certamente a maior parte da próxima legislatura" para se recuperar das consequências da recessão mundial. Para a líder democrata-cristão, que em setembro aspira a sua reeleição como chanceler, o fundamental é "criar um entorno propício para o crescimento econômico, pois o crescimento é o que gera emprego".

 

Merkel não quer prever também qual será finalmente o impacto da crise sobre o mercado de trabalho.    "Chegamos ao fundo do poço mas não sabemos como se desenvolverão países exportadores importantes e ainda não conhecemos todas as consequências (da crise) sobre o mercado de trabalho", sustenta a

chanceler.

 

Segundo sua opinião, a grande coalizão de governo com os social-democratas adotou as medidas necessárias para enfrentar a crise, com programas de impulso que ajudaram que agora se tenha

experimentado um ligeiro crescimento econômico.

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