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Merkel defende Estado como fiador da ordem econômica

Para chefe de governo alemã, mercados necessitam de um marco regulatório, controlado pelo Estado

Efe

31 de janeiro de 2009 | 11h39

A chanceler alemã, Angela Merkel, reiterou neste sábado, 31, sua intenção de criar uma "nova ordem econômica mundial", com o Estado como fiador, em consequência da crise financeira que afeta todo o planeta."Necessitamos de uma arquitetura global para a economia comum", afirmou a chanceler alemã em sua habitual tradicional vídeomensagem dos sábados que seu escritório divulga pela internet.Para Merkel, as estritas normas para os mercados financeiros, seus produtos e os bancos nas quais trabalham os países do G20 não são suficientes para evitar novas crises no futuro."Todos aprendemos com as experiências da economia social de mercado na Alemanha que os mercados necessitam de um marco regulatório e que o Estado deve ser o guardião dessa ordem", assinala a política democrata-cristã.Por isso, ela propõe a redação de "uma carta da economia sustentável", proposta que pensa apresentar e debater nesta quinta-feira em Berlim com os máximos representantes do Banco Mundial, do FMI, da OCDE e da OMT, que convidou para uma reunião consultiva.Durante sua participação no Fórum Econômico Mundial de Davos, ontem, Angela Merkel defendeu a aplicação da "economia social de mercado" no mundo todo.Segundo ela, após a superação da atual crise, a "economia social de mercado" conduziria à redação de regras vinculativas internacionais, que, assim como o Conselho de Segurança da ONU, seria supervisionado por um Conselho Econômico Mundial.

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