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Merkel defende imposto nuclear e abre disputa com setor

A chanceler alemã Angela Merkel reiterou neste domingo seu plano de aplicar um imposto sobre energia nuclear, abrindo uma batalha entre a coalisão de governo e a indústria.

HOLGER HANSEN, REUTERS

22 de agosto de 2010 | 11h46

Merkel espera que o imposto gere 2,3 bilhões de euros por ano, ajudando numa consolidação de 80 bilhões de euros do orçamento que ela espera realizar para dar um exemplo de austeridade fiscal a outros países da zona do euro.

"Nós propusemos um imposto," disse Merkel ao canal de TV ZDF em sua primeira entrevista desde que voltou das férias de verão.

"Enquanto não houver outra proposta sobre a mesa o imposto continua."

Merkel defendeu o plano mesmo depois que executivos da indústria e até membros de seu próprio partido Democrata Cristão atacaram a ideia.

Apesar de o imposto nuclear ser parte do plano de consolidação do orçamento, o governo de centro-direita de Merkel se prepara para divulgar seu plano de energia de longo prazo no fim de setembro.

Pesquisas indicam que os alemães se opõem à energia nuclear, o que torna o tema sensível para o governo de Merkel, que já prometeu estender o tempo de uso das usinas nucleares.

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