Merrill Lynch eleva México e rebaixa Colômbia e Equador

A Merrill Lynch elevou sua recomendação sobre os títulos do México para "overweight" (acima do desempenho do mercado) de "marketweight" (nível de mercado). Ao mesmo tempo, cortou a classificação dos papéis da Colômbia, de "overweight" para "marketweight", e cortou a do Equador, de "marketweight" para "underweight" (abaixo do mercado). "A intensa volatilidade dos mercados globais, o risco de escassez de crédito, a crescente incerteza sobre a continuidade das políticas econômicas depois das eleições presidenciais de outubro no Brasil sugerem uma posição defensiva em relação à dívida dos mercados emergente", disse em comunicado o banco de investimento. Dentro desse cenário do mercado, o Merrill disse que observou valor ao elevar a exposição do México. "Mesmo se as condições melhorassem a partir de agora, nós esperaríamos uma repetição do padrão visto em outros momentos de maior pressão no mercado, quando o México se apresentou como um dos primeiros a recuperar créditos quando os mercados iniciam sua estabilização", disse a Merrill. No caso da Colômbia, o corte deveu-se principalmente a fatores técnicos, como a aguda depreciação do peso. "Nós, contudo, fazemos isso com visão tática, continuando a manter um enfoque construtivo", com relação à nova administração de Alvaro Uribe Velez. A empresa disse que seu rebaixamento do Equador resultou das perspectivas duvidosas de que o governo assinará um novo empréstimo de US$ 240 milhões com o Fundo Monetário Internacional. As informações são da agência Dow Jones.

Agencia Estado,

29 de julho de 2002 | 12h57

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