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Merrill Lynch: EUA poderão sofrer recessão profunda

O "surpreendentemente fraco" índice de atividade regional divulgado hoje pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Filadélfia indica que os EUA poderão sofrer uma recessão tão profunda quanto a de 1990, muito pior do que a de 2001. A opinião é dos economistas Sheryl King e David A. Rosenberg, do banco de investimento Merrill Lynch. Em relatório divulgado nesta tarde, eles afirmam que "o debate não é mais se a economia está em recessão, em nossa opinião, mas sobre quão duro o pouso será".Na recessão que durou de julho de 1990 a março de 1991, a economia dos EUA apresentou a mais baixa taxa de crescimento desde a Grande Depressão, com perda de 1,9 milhão de empregos até o início de 1992, de acordo com o site www.referenceforbusiness.com. "De fato, alguns economistas consideram que esta recessão seria tão ruim quando a Grande Depressão se não fosse o aumento dos gastos do governo, que representaram 25% do PIB em 1991, ante 3% em 1930, e a garantia federal de depósitos bancários", explica o verbete no site.Segundo King e Rosenberg, combinado com o igualmente fraco dado da pesquisa Empire State, os números do Fed de Filadélfia apontam para uma queda significativa no índice de atividade industrial nacional ISM para cerca de 47,0 em fevereiro, o que apontaria para recessão. Este indicador será divulgado no dia 3 de março. Em janeiro, ficou em 50,7, acima, portanto, do nível de 50, o que ainda indica expansão.

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