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Mesmo com a queda da Selic, juros bancários continuam estáveis

Levantamento divulgado nesta sexta-feira pela Fundação Procon-SP mostra que os juros bancários ficaram estáveis em dezembro, apesar da queda da Selic, a taxa básica de juros da economia.De acordo com a pesquisa, realizada no dia 2 com dez instituições financeiras, a taxa média de cheque especial permaneceu inalterada em 8,31% ao mês (160,54% ao ano). A taxa média de empréstimo pessoal também ficou praticamente estável em 5,44% ao mês (88,87% ao ano).Cheque especialEm dezembro de 2005, numa repetição do que aconteceu em novembro e outubro, a maior taxa de cheque especial foi cobrada pelos bancos Itaú, Banespa e Santander (8,50% ao mês) e a menor foi verificada na Caixa Econômica Federal (7,95% ao mês).Nenhuma elevação foi constatada nesta modalidade e apenas o Bradesco promoveu redução, de 8,27% para 8,23% ao mês, o que representou decréscimo de 0,04 ponto porcentual em relação à taxa de novembro.Empréstimo pessoalNa pesquisa de juros de empréstimo pessoal, também houve repetição dos números de meses anteriores, com o Itaú novamente como instituição com a taxa mais expressiva (5,95% ao mês) e a Nossa Caixa com a mais baixa (4,25% ao mês).Nesta modalidade, duas instituições promoveram queda nas taxas e uma optou pela elevação. O HSBC alterou de 5,04% para 4,99% ao mês e o Bradesco modificou de 5,81% para 5,77% ao mês. A Caixa Econômica Federal elevou o juro de 5,22% para 5,24% ao mês.As instituições pesquisadas pela Fundação Procon-SP em dezembro de 2005 foram o HSBC, Banespa, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Nossa Caixa, Real e Unibanco.

Agencia Estado,

09 de dezembro de 2005 | 15h34

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