Covid-19

Bill Gates tem um plano para levar a cura do coronavírus ao mundo todo

Mesmo com sinal de ajuda dos EUA, Chrysler cogita concordata

Executivo-chefe da emrpesa reiterou que a Chrysler precisa de US$ 5 bi em empréstimos federais até o dia 31

Marcílio Souza e Ana Conceição, da Agência Estado,

17 de março de 2009 | 12h40

Os contatos da montadora Chrysler com a força-tarefa criada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, para o setor automotivo, têm sido produtivos, mas um pedido de concordata continua sendo uma opção, disse o executivo-chefe da companhia, Robert Nardelli, à CNBC. Ele reiterou que a Chrysler precisa de US$ 5 bilhões em empréstimos federais até o dia 31 para continuar operando e defendeu o valor que sua companhia obterá - por meio de economias e melhorias tecnológicas - a partir de uma parceria planejada com a italiana Fiat.

 

Veja também:

linkDe olho nos sintomas da crise econômica especial

linkDicionário da crise especial

linkLições de 29

linkComo o mundo reage à crise especial

 

A General Motors, por outro lado, se diz confiante na reestruturação da companhia fora das cortes judiciais. O executivo-chefe da montadora, Rick Wagoner, advertiu nesta terça-feira, 17, que um pedido de concordata pode levar a direção e o conselho da GM a perder controle considerável da empresa.

 

Falando a repórteres em Washington, Wagoner disse que o pedido de concordata "poderia funcionar, mas não vai" por conta dos muitos riscos envolvidos, como um potencial colapso na receita. Segundo ele, 99% dos problemas da GM podem ser resolvidos sem que a empresa precise recorrer a essa alternativa. A concordata também pode ser cara e ainda representaria custos para ao governo, disse.

 

A montadora está trabalhando com a United Auto Workers (UAW), sindicato dos trabalhadores, e credores em acordos que reduziriam a dívida e o volume de recursos gastos em planos de saúde. Wagoner disse que tais negociações precisam ser concluídas logo e acrescentou que o governo tem que ser capaz de fornecer um acordo "justo" para os credores.

 

Wagoner não quis fornecer detalhes das negociações com essas partes, mas disse que as conversas estão em curso e propostas foram trocadas. As informações são da Dow Jones.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.