Meta cheia de superávit primário não deve ser atingida

Com o crescimento da arrecadação em ritmo menor do que o esperado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já dá sinais de que o governo poderá não conseguir fazer a meta cheia de superávit primário das contas do setor publico (de 3,3% do PIB), como já projetam boa parte dos analistas econômicos que acompanham a política fiscal brasileira.

Adriana Fernandes, Fabio Graner / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

23 de julho de 2010 | 00h00

Ao longo do ano, Mantega vinha enfatizando que o governo cumpriria a meta cheia, mas em entrevista ao "Estado", já demonstrou uma pequena mudança de discurso. "Neste ano, procuraremos fazer cheio. Agora, se não for cheio, será meio cheio, meio... Isso não importa", disse.

Mantega ponderou, no entanto, que a trajetória da dívida pública do setor público em relação ao PIB é de queda.

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