Meta da Claro é a liderança, diz presidente

O presidente da operadora celular Claro, João Cox, voltou a afirmar ontem que a meta da empresa é se tornar a líder no setor no Brasil - atualmente, é a terceira colocada, atrás da Vivo e da TIM. Mas o executivo não quis informar se a empresa está realmente na disputa pela compra das operadoras Telemig Celular e Amazônia Celular. ''''A decisão de investir mais no Brasil vai da confiança do acionista na atual gestão'''', limitou-se a dizer. O mercado especula que Vivo, Oi e Claro estariam na disputa pelas duas empresas.Por ter capital fechado, a Claro não divulga os números do seu resultado. Mas, segundo Cox, a empresa fechou o segundo trimestre com lucro. Sem revelar números, ele disse apenas que o resultado operacional (Ebit), de R$ 174 milhões, foi o melhor da história da empresa. ''''Como quase não temos dívida, dá para fazer uma dedução sobre o resultado do lucro líquido'''', sugeriu.A receita líquida de serviços da empresa subiu 18,7% em relação ao segundo trimestre de 2006, somando R$ 2,069 bilhões. Cerca de R$ 331 milhões são resultado da venda de aparelhos, perfazendo uma receita líquida total de R$ 2,4 bilhões, ou um crescimento de 14,6% na mesma comparação.Com relação ao leilão de terceira geração (3G) de telefonia celular e sobras de freqüências do Serviço Móvel Pessoal (SMP), Cox disse avaliar todas as oportunidades. Elogiou, também, as medidas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para levar a telefonia móvel às cidades com até 30 mil habitantes. ''''Cobrir cada vez mais cidades é uma tendência. Hoje, há 2 mil cidades sem cobertura de celular''''.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.