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Meta de crescimento de 4% em 2009 não é fantasista, diz Dilma

Segundo a ministra, não é isso que vai necessariamente ocorrer, mas governo 'fará tudo o que for possível'

Célia Froufe, da Agência Estado,

18 de dezembro de 2008 | 14h59

A ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, reafirmou nesta quinta-feira, 18, que a meta de crescimento do País para o próximo ano é de 4%. "Não é necessariamente o que vai ocorrer; é o que buscamos fazer ocorrer", disse durante o discurso antes de almoço realizado com empresários na capital paulista e patrocinada pela Abdib e CNI. Para que a meta seja atingida são fundamentais, segundo Dilma, a redução do custo financeiro e a retomada do crédito. "O governo fará tudo o que for possível (para crescer 4%)". Veja também:De olho nos sintomas da crise econômica Dicionário da crise Lições de 29Como o mundo reage à crise   Na avaliação da ministra, este objetivo não é "fantasista", mas é necessário porque um governo sem metas não possui perspectivas e não unifica os agentes. Ela reforçou também que o governo tem trabalhado na questão de evitar a disseminação do medo e do pânico e garantiu que todas as medidas possíveis de curto prazo já foram tomadas, como a criação do redesconto, a redução do compulsório e o socorro à carteira de bancos pequenos e médios. "O ministro Guido Mantega também está estudando a diminuição dos custos para os investimentos. A idéia é a de que a desaceleração seja a menor possível", afirmou a ministra.

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