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Metalúrgicos alemães fazem greves por reajuste salarial

Cerca de 400 mil metalúrgicos alemães participaram de greves na última semana, em movimento de reivindicação por reajustes salariais. Segundo o sindicato IG Metall, 90 mil trabalhadores pararam nesta quarta-feira, em companhias como BMW, Siemens e Bosch.

Agencia Estado

08 de maio de 2013 | 15h02

"Até agora, 390 mil empregados de 1.600 companhias participaram das greves de advertência", diz comunicado do IG Metall, que tem 2,2 milhões de filiados. O sindicato reivindica um reajuste salarial de 5,5% neste ano para cerca de 3,7 milhões de metalúrgicos de diversos setores, do automotivo ao de eletrônicos. Os empregadores, representados pela associação patronal Gesamtmetall, oferecem um reajuste de 2,3%.

Como várias rodadas de negociação em diferentes estados alemães não produziram nenhum acordo, o IG Metall passou a convocar greves de advertência, que normalmente duram apenas algumas horas e não dependem de votação por todos os filiados ao sindicato. Caso as negociações fracassem, o IG Metall poderá convocar uma greve geral dos metalúrgicos alemães. As informações são da Dow Jones.

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