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Metalúrgicos de São Paulo e Mogi esperam proposta de reajuste

Caso não haja nenhuma oferta que agrade aos metalúrgicos, a categoria poderá votar no domingo um indicativo de greve

Wladimir D'Andrade, da Agência Estado,

27 de outubro de 2011 | 18h39

O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes recusou hoje propostas de reajuste salarial e aguarda até o fim desta sexta-feira novas ofertas que serão levadas à deliberação no domingo pela manhã, durante assembleia geral da categoria. De acordo com a assessoria de imprensa da entidade, as propostas oferecidas hoje aos metalúrgicos foram rejeitadas ainda na mesa de negociação. Elas previam, dependendo do grupo de trabalhadores, aumentos de 7,5% a 8,5% (inflação mais reajuste real).

Caso não haja nenhuma oferta que agrade aos metalúrgicos, a categoria poderá votar no domingo um indicativo de greve. "Aguardamos até amanhã (sexta-feira) uma contraproposta salarial satisfatória e que contemple também as reivindicações sociais da categoria. Caso contrário, a partir da semana que vem vamos começar a parar as fábricas", afirma o presidente do sindicato, Miguel Torres, em nota. A assembleia será realizada na sede da entidade, no centro da capital paulista, às 9 horas.

Além de aumento real, os metalúrgicos querem valorização do piso, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, participação nos lucros e resultados (PLR) das empresas para todos os funcionários, licença-maternidade de 180 dias e inclusão digital, entre outras requisições de uma pauta de 152 cláusulas. O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes representa 270 mil trabalhadores. No entanto, a campanha salarial envolve todos os metalúrgicos do interior que têm data-base em 1º de novembro. Ao todo, eles somam, aproximadamente, 800 mil.

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