Metodologia Leap impulsiona desenvolvimento de novos negócios
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Metodologia Leap impulsiona desenvolvimento de novos negócios

Parceria agrega a montagem de equipes ideais formadas por especialistas do cliente e o pool de talentos da McKinsey

McKinsey, Estadão Blue Studio
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22 de novembro de 2021 | 08h00

Pronta para oferecer todo o apoio às corporações interessadas em desenvolver novos negócios, a McKinsey opera com o conceito build-operate-transfer, que transfere aos clientes os conhecimentos e as metodologias de ponta. A parceria é desenvolvida a partir da formação de equipes ideais, compostas pela união entre os especialistas do cliente e o pool de talentos da McKinsey, com vasta experiência tanto em startups quanto em grandes organizações tradicionais.

Essa estratégia de atuação se materializa por meio da metodologia Leap, desenvolvida pela McKinsey e focada especialmente em negócios digitais. A metodologia já formatou mais de 300 novos negócios em todos os continentes – 10% deles na América Latina –, com impacto de 5,1 vezes sobre o Retorno sobre o Investimento (ROI) médio.

Enquanto 24% dos novos empreendimentos lançados por grandes empresas nos últimos dez anos tornaram-se negócios viáveis, de grande escala, com o Leap esse índice de sucesso aumentou para 40%. A adoção da metodologia multiplica por quatro a probabilidade de escalar um novo negócio em comparação à média das startups de alto potencial.

Colaboração pelo sucesso

O Leap trabalha com organizações já estabelecidas para ajudá-las a imaginar, construir e escalar novos negócios – e desenvolver os recursos necessários para que isso se torne uma prática contínua. Na base da metodologia, está a ideia de associar a flexibilidade de uma startup com os recursos e a experiência de uma corporação já estabelecida. 

É um método essencialmente colaborativo, pois, quando se constrói um negócio em conjunto, as capacidades e os talentos necessários estão presentes desde o primeiro dia. As chances de sucesso são maximizadas por conta da abordagem informada e inteligente dos riscos, por meio de ferramentas proprietárias.

Ao avaliar os negócios bem-sucedidos desenvolvidos com a metodologia Leap, a McKinsey identificou três melhores práticas: o desenvolvimento de uma incubadora interna para fomentar ideias, avaliadas sob critérios de Venture Capital (capital de risco), agilidade para escalar a produção do novo negócio e uma construção “limpa” – no sentido de que, se o negócio é totalmente independente das áreas de atuação anteriores da corporação, exige estrutura e equipe próprias.

40% dos empreendimentos lançados com a metodologia Leap se tornam negócios viáveis, ante a média de 24% dos novos negócios lançados pelas grandes empresas nos últimos dez anos

 

Empresas tradicionais mergulham na inovação

A criação de novos negócios por empresas já estabelecidas ainda não é uma prática tão comum na América Latina. Apenas 16% das grandes companhias latino-americanas têm iniciativas corporativas de Venture Capital (CVC, na sigla em inglês), ante um índice de 75% entre as 100 maiores do mundo listadas pela revista Fortune.

Empresas tradicionais que se tornam empreendedoras no mundo digital fazem isso com uma série de objetivos. De acordo com a mais recente edição do McKinsey Digital Business Building Survey, os três principais racionais estratégicos para criar um negócio digital são a busca de novas fontes de receita (65% de respondentes), a pressão por atender à expectativa dos clientes digitais (44%) e o intuito de se proteger contra novos entrantes (18%).

Trata-se de um universo promissor. Os investimentos em startups brasileiras por fundos de Venture Capital batem sucessivos recordes a cada ano. Esse montante saltou de US$ 0,6 bilhão em 2017 para R$ 3,5 bilhões no ano passado. Em 2021, o patamar foi quase duplicado até o final de agosto, chegando a US$ 6,6 bilhões.

 

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