México defende intervenção do Estado contra crise alimentícia

Para Calderón, América Latina precisa evitar que crise freie os avanços alcançados na luta contra a pobreza

Efe,

24 de junho de 2008 | 04h05

O presidente do México, Felipe Calderón, afirmou nesta segunda-feira, 23, que a atual crise alimentícia e energética só pode ser enfrentada com uma política que combine de maneira equilibrada um reforço do mercado e uma maior intervenção do Estado. Veja também:Crise dos alimentos Durante a inauguração do Primeiro Encontro de Ministros de Fazenda da América e Caribe que acontecerá nesta terça-feira, 24, no centro turístico de Cancún, no Caribe mexicano, Calderón destacou que o mundo enfrenta um entorno adverso com altos preços dos energéticos e dos alimentos, após um crescimento com estabilidade nos últimos anos. Ao dar as boas-vindas aos ministros e secretários de Fazenda do continente e aos diretores dos organismos financeiros internacionais, Calderón assinalou que os países da região enfrentam o desafio de evitar que a crise internacional freie os esforços e avanços alcançados para acabar com a pobreza e a desigualdade. Participam do encontro ministros e secretários de Brasil, Argentina, Barbados, Bolívia, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Estados Unidos, Guatemala, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Peru, República Dominicana, Suriname, Uruguai e Venezuela. Também estarão presentes o diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Khan; o presidente do Banco Mundial (BM), Robert B. Zoellick; o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno; e o secretário da Caricom, Edwin W. Carrington.

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