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México e Colômbia suspendem operações dos aviões Boeing Max 737

Várias empresas de aviação e autoridades aeronáuticas em todo o mundo já expressaram sua posição para manter tais aeronaves no solo

EFE, O Estado de S.Paulo

14 de março de 2019 | 04h41

CIDADE DO MÉXICO - Os governos do México e da Colômbia decidiram suspender as operações internacionais e domésticas dos aviões Boeing Max 737-8 e 737-9, de acordo com informações de fontes oficiais. 

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No México, a decisão foi tomada com base nas informações disponíveis das autoridades aeronáuticas internacionais, disse a entidade através de um comunicado. A autoridade aeronáutica mexicana "considera necessária a aplicação de ações que garantam a segurança e confiança dos usuários que utilizam a aeronave em nosso espaço aéreo", explicou. Várias empresas de aviação e autoridades aeronáuticas em todo o mundo já expressaram sua posição para manter tais aeronaves no solo, acrescentou.

Além disso, ela confirmou que estará atenta para acompanhar as disposições técnicas que são emitidas pelo fabricante e pela Federal Aviation Administration (FAA), a Autoridade de Aviação dos Estados Unidos.

A medida do governo mexicano seguiu a linha da que foi tomada na última segunda-feira pela companhia Aeromexico, de suspender temporariamente as operações dos seus seis aviões Boeing Max 737-8 até até obter informações conclusivas sobre o acidente de avião na Etiópia, no último domingo, que deixou 157 mortos. 

No caso da Colômbia, a Aeronáutica Civil da Colômbia (Aerocivil) disse em um comunicado que manteve "consultas permanentes com outras autoridades da aviação civil, incluindo a Administração Federal de Aviação (FAA, sigla em inglês) dos Estados Unidos", que "notificou sua decisão de proibir o funcionamento de tais aeronaves".

O Max 737 é um dos principais modelos da empresa americana Boeing, que atualmente, conta com mais de 5 mil pedidos de 100 clientes de todo o mundo e entregou 330 unidades. 

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