Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Milho atinge maior preço em 29 meses

As cotações do milho atingiram os maiores níveis em 29 meses na Bolsa de Chicago ontem por causa dos problemas climáticos que afetam a safra 2010/11 na Argentina. O contrato com vencimento em março subiu 1,12% para fechar em US$ 6,09 por bushel. O temor de que os estoques mundiais fiquem ainda mais baixos puxou os preços a níveis que não eram vistos desde o rali histórico de 2008. Naquele ano, a cotação chegou a US$ 8 por bushel por causa de vários fatores, entre eles a disparada do petróleo e as enchentes no Meio-Oeste dos Estados Unidos, maior produtor mundial do grão.

Análise: Ana Conceição, O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2010 | 00h00

Na Argentina, as lavouras estão na fase de polinização, período importante, que ajuda a determinar a produtividade. Enquanto olham para a América do Sul, analistas também se preocupam com a próxima safra nos EUA. O plantio de milho tem que aumentar para que os estoques sejam recompostos, mas isso só ocorrerá se os preços forem remuneradores. Caso contrário, os produtores locais podem optar por outras culturas, como a soja. A cotação da oleaginosa também subiu em Chicago ontem. O contrato março avançou 0,17%, para US$ 13,3975 por bushel.

Problemas climáticos afetam as lavouras de trigo de inverno nos EUA. O tempo muito seco no sul das Grandes Planícies aumenta a possibilidade de queda na produção. O contrato março do cereal subiu 2,42%, para US$ 7,8350.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.