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Ministro belga defende 'eurobônus' para ajudar Grécia

Os países da zona do euro devem reconsiderar a retomada da controversa ideia de criar um bônus conjunto que poderia ser usado para ajudar a Grécia a superar sua crise de dívida, disse o ministro de Finanças da Bélgica, Didier Reynders.

MARCÍLIO SOUZA, Agencia Estado

29 de maio de 2011 | 18h56

Ele pediu uma "solução verdadeiramente europeia" para a crise e desmentiu boatos de reestruturação da dívida grega ou de saída da Grécia da área de moeda comum. O ministro afirmou que a solução seria a criação de um "eurobônus" que fosse apoiado por todos os países da zona do euro, uma ideia que apareceu pela primeira vez no ano passado, mas que enfrentou forte oposição da Alemanha.

"Eu posso entender a relutância, notavelmente da Alemanha, mas essa é uma solução que me parece sensata. De todo modo, teremos bônus europeus mais cedo ou mais tarde", disse Reynders, citado pela agência de notícias Belga. "Temos de preservar a unidade da zona do euro. Seria absurdo não fazer esse debate sobre os eurobônus", disse ele, destacando que os ministros de Finanças da zona do euro vão se reunir no dia 20 de junho.

Hoje o jornal grego Kathimerini informou que os ministros poderão fazer uma reunião extraordinária no dia 6 de junho para avaliar o progresso da Grécia em seu atual programa de reformas. O jornal não cita fontes.

Cerca de 20 mil pessoas reuniram-se hoje na praça Sintagma, em Atenas, respondendo aos chamados de redes sociais, no quinto dia protestos contra as políticas de austeridade do governo. Diante do prédio do Parlamento, os manifestantes empunhavam um cartaz em que se lia "a pobreza é o maior abuso", enquanto outros batiam em panelas vazias e diziam "ladrões".

A Grécia se esforça para construir um consenso em torno de um programa impopular de austeridade acordado com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que salvaram o país da concordata com ajuda financeira. As informações são da Dow Jones.

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