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Ministro chileno confia em boa solução no caso dos vinhos com Brasil

Alfredo Moreno, Ministro das Relações Exteriores do Chile, se referiu à possibilidade de o governo brasileiro impor tarifa ou restringir a entrada de vinhos produzidos fora do Mercosul

Iuri Dantas, da Agência Estado,

18 de abril de 2012 | 17h17

O ministro das Relações Exteriores do Chile, Alfredo Moreno, disse que não acredita que a investigação brasileira sobre vinhos importados resultará na imposição de tributos adicionais sobre a bebida chilena. Em entrevista concedida ao lado do chanceler brasileiro Antonio Patriota, Moreno afirmou que a indústria de seu país é aberta e não recebe subsídios. "Confio que as investigações brasileiras mostrarão que a indústria chilena é livre e sem nenhum tipo de subsídio", disse.

Segundo Patriota, a investigação brasileira é técnica e "segue os compromissos do Brasil na OMC (Organização Mundial do Comércio)". Segundo o chanceler brasileiro, não há "preocupação especial" do governo chileno com a investigação brasileira.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) vem investigando a possibilidade de impor tarifa ou restringir a entrada de vinhos produzidos fora do Mercosul como forma de ajudar a indústria nacional. Neste tipo de investigação, chamada tecnicamente de salvaguarda, não há necessariamente prática ilegal de comércio. O Brasil pode proteger os fabricantes nacionais se concluir que a entrada de vinho importado decorre de "surto imprevisto", por exemplo. É a medida comercial considerada mais dura no âmbito da OMC.

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