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Ministro defende contatos comerciais com Iraque já

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, defendeu que o Brasil já comece a estabelecer contatos comerciais com o Iraque. "Quais seriam os motivos para não ter representação brasileira no Iraque?", questionou o ministro, que esteve em Genebra para reuniões na Organização Mundial do Comércio (OMC).Furlan disse que vai apresentar sua proposta ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Estou até pensando em liderar uma missão (comercial) para a região. Não somos pagos para ficarmos parados", afirmou. Segundo ele, a viagem poderia ocorrer depois de sua ida ao encontro da OMC no Egito, em junho.O ministro disse que há dois anos duas missões brasileiras foram até Bagdá. "A missão entrou pela Jordânia e de lá atravessou a fronteira com o Iraque", afirmou.Furlan voltou a defender a participação do Brasil na reconstrução do Iraque. Segundo ele, as empresas brasileiras participariam da reconstrução ao serem subcontratadas pelas companhias norte-americanas e inglesas que ficarão com os contratos de reconstrução. "Tem que haver pragmatismo. A invasão do Iraque é um fato e a reconstrução é uma promessa. O Brasil, portanto, quer participar (da reconstrução), pois tem know-how e capacitação", afirmou.Apesar de não revelar se alguma empresa nacional já mostrou interesse pelo Iraque, Furlan disse que "as empresas se mexem mais rápido do que o governo". O ministro disse acreditar que a participação do Brasil deveria ocorrer mesmo que a reconstrução não seja liderada pela ONU. "Mesmo se as Nações Unidas não funcionarem, não quer dizer que as empresas brasileiras não podem se apresentar."

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