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Ministro diz à CUT que não interferirá na greve dos bancários

O ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini negou-se a intermediar a negociação entre os bancários e os banqueiros para encerrar a greve, disse o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da CUT, Vagner Freitas, após se reunir com o ministro, nesta sexta, em Brasília.Freitas saiu do encontro acusando os banqueiros de serem intransigentes ao não abrir negociação. "Os banqueiros acham que vão acabar com a greve ao não fazerem a negociação, mas o movimento deve ganhar força e a paralisação deve continuar porque é um dos setores mais organizados entre os trabalhadores", disse. Segundo ele, o movimento tem condição de continuar a paralisação por pelo menos mais uma semana. A greve começou no dia 15 e se estende por todo o PaísEm São Paulo, cerca de 400 bancários em greve realizam uma passeata no centro, na tarde desta sexta-feira. A marcha teve início às 14 horas, em frente ao Teatro Municipal, na Praça Ramos de Azevedo, e percorreu as principais ruas do centro. A caminhada termina na Praça do Patriarca, local em que será feita uma assembléia para avaliar o movimento. Não há congestionamentos na região, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego.Em Aracaju, a Sindicato dos bancários de Sergipe promoveu hoje uma passeata no centro comercial, onde fica a maioria das agências. O presidente do sindicato, Milton Bispo, acredita que, se a paralisação continuar, deverá faltar dinheiro nos caixas eletrônicos.Os grevistas criticaram os colegas que não aderiram à paralisação. Dos 2.600 bancários existentes no Estado, o sindicato estima que mais de 50% já aderiram à paralisação.

Agencia Estado,

24 de setembro de 2004 | 17h24

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