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Ministro quer ''pulso firme'' na agricultura

Insatisfeito com o ritmo de trabalho no Ministério da Agricultura, o titular da pasta Wagner Rossi prometeu à presidente eleita, Dilma Rousseff, que terá pulso mais firme em sua gestão, com o objetivo de modernizar o serviço público para poder acompanhar os avanços verificados nos últimos anos pelo setor privado.

, O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2010 | 00h00

Uma das medidas que Rossi pretende implantar nos primeiros dias do próximo ano é a estipulação de prazos para que técnicos apresentem em até seis meses seus pareceres sobre as demandas apresentadas pelas empresas.

"No primeiro dia do ano - já pedi à parte jurídica que me dê as condições necessárias para tal -, vou publicar uma portaria que obrigará o técnico a oferecer resposta em seis meses", disse o ministro.

Segundo ele, o servidor que descumprir a demanda estará sujeito a punição, que valerá também para seu superior. "O pessoal tem de perceber que somos servidores do público e não podemos criar mecanismos que submetam empresas a nosso poder. Aqui não existe prazo para nada", criticou.

Cultura. Esta é apenas uma das mudanças que Rossi pretende implantar tendo como referência a redução do orçamento da Agricultura em 2011 e a promessa de corte de gastos pela equipe econômica.

Rossi deixou claro que as demais alterações para modernizar a pasta também estão no âmbito da desburocratização. "A modernização não é tão centrada em recursos, é muito mais de cultura", disse.

O ministro citou como exemplo a existência de pedidos de registro de produtos para serem lançados e que aguardam resposta do ministério para entrar no mercado, o que acaba comprometendo os investimentos no País.

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