Clayton de Souza/Estadão
Clayton de Souza/Estadão

Missão de Ilan Goldfajn será chave para sucesso da equipe, diz Trabuco

Presidente do Bradesco afirmou que os novos nomes configuram uma equipe econômica 'robusta, homogênea e de credibilidade'

Aline Bronzati, O Estado de S.Paulo

17 de maio de 2016 | 12h12

SÃO PAULO - A missão de Ilan Goldfajn à frente do Banco Central será "chave" para o sucesso da nova equipe econômica do governo Michel Temer, na visão do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. Sua ida para o comando do órgão regulador do sistema bancário, segundo o executivo, é uma síntese da "bem sucedida" carreira do economista, seja na academia, iniciativa privada ou setor público.

"Sua missão será chave para o sucesso da equipe estruturada pelo ministro (da Fazenda) Henrique Meirelles, no desafio de alcançar a condição de relançar a economia brasileira a um novo tempo de crescimento, emprego e conquistas sociais", destacou Trabuco, em nota ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado.

Para o presidente do Bradesco, a formação, visão e trajetória prática de Ilan dão "plena confiança" de que ele terá êxito na função de cuidar e zelar pela estabilidade da moeda, fundamento base da economia.

Sobre os nomes da nova equipe econômica anunciados até agora, ele disse que, em conjunto, configuram uma equipe econômica "robusta, homogênea e de credibilidade".

"Tarcísio Godoy (secretaria executiva), Carlos Hamilton (secretaria de Política Econômica), Mansueto Almeida (secretaria de Acompanhamento Econômico) e Marcelo Caetano (secretaria de Previdência) são nomes da confiança do ministro Meirelles e expoentes em suas atividades", sintetizou Trabuco.

O executivo teceu ainda, em nota, elogios à nova presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques. Segundo ele, ela é uma "profissional de qualidade, incansável e exemplar na busca dos objetivos traçados". "Esse conjunto de pessoas capazes, trabalhando juntos a uma mesma estratégia, têm potencial de converter nossas questões complexas e graves, em uma equação objetiva e plausível", conclui o presidente do Bradesco.

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