MMX espera decisão favorável em ação que a julga de crime ambiental

Empresa foi denunciadas pelo Ministério Público Federal por suposta exploração ilegal de produtos florestais na região do Pantanal.

Agência Estado,

22 de março de 2010 | 13h06

A MMX Metálicos Corumbá divulgou nesta segunda-feira, 22,  em nota, que "confia, plenamente, que o resultado de eventual ação judicial lhe será amplamente favorável, por estar convencida da total e absoluta lisura e correção de seus procedimentos relacionados à aquisição de carvão vegetal". A MMX é uma das três empresas denunciadas pelo Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul por suposta exploração ilegal de produtos florestais na região do Pantanal.

 

A MMX Metálicos Corumbá e seu representante são acusados em uma das denúncias de adquirir carvão vegetal nativo de fornecedor não licenciado. Segundo inspeção do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), a empresa adquiriu carvão de propriedade localizada no município de Bonito, contrariando norma contida em sua licença de operação, que proibia a aquisição de carvão vegetal nativo daquele município.

 

Segundo informações do MPF, a MMX Metálicos Corumbá deve responder por crime ambiental por deixar de cumprir obrigação de relevante interesse ambiental, operar em desacordo com licença ambiental concedida e desobedecer o Auto de Infração nº 542964, feito pelo Ibama em sua primeira fiscalização.

 

As empresas MMX, Black Carvão Vegetal, HF Agropecuária e seus representantes responderão na Justiça por crimes ambientais relacionados à produção e comercialização irregulares de carvão, de acordo com nota do MPF, divulgada na sexta-feira. As denúncias têm origem nas Operações Ouro Negro e Rastro Negro Pantanal, realizadas em 2008 pelo Ibama para combater a exploração ilegal de lenha e carvão no estado.

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