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Moan, da Anfavea, queria atual nível do IPI ‘ad eternum’

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, admitiu nesta quarta-feira, 18, ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que "gostaria que o nível atual do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) sobre os veículos permanecesse ad eternum".

RICARDO LEOPOLDO, Agencia Estado

18 de setembro de 2013 | 16h52

O IPI de veículos foi reduzido em maio de 2012, parcialmente recomposto em janeiro e deve ter a alíquota novamente cheia a partir de 31 de dezembro. No entanto, diante das vendas sustentadas pela medida, há uma expectativa no mercado de que o governo recue e mantenha o IPI ainda reduzido.

Moan relatou que fez uma exposição da conjuntura atual do setor no encontro da terça-feira, 17, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo ele, não houve qualquer tipo de pleito ao governo na reunião. Indagado se seria conveniente a manutenção do atual patamar de IPI para 2014, ele comentou: "Carga tributária, quanto menor, melhor", concluiu, ao sair de um evento no "Fórum e Salão Nacional da Indústria de Aluguel de Automóveis", em São Paulo.

O presidente da Anfavea repetiu que o atual patamar de imposto ajuda o setor automotivo a ter um bom desempenho este ano. "Deveremos ter um aumento de vendas de 1% a 2%. Esse é um ano bom, com produção assegurada quase 12% (superior a 2012) e aumento das exportações de quase 20%", comentou.

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