Mobilidade humana em primeiro lugar
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Mobilidade humana em primeiro lugar

Grupo CCR prioriza segurança física e emocional de usuários e trabalhadores do transporte

Grupo CCR, Estadão Blue Studio
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13 de maio de 2022 | 07h30

Especialistas têm ressaltado o quanto a pandemia contribuiu para acelerar mudanças em diversos setores da sociedade, incluindo o de transporte. Com a ampliação do e-commerce e o maior uso de aplicativos, aumentou o número de trabalhadores que obtêm seu sustento das diversas etapas envolvidas no transporte, tanto de pessoas quanto de mercadorias. Nesse cenário, é preciso somar ações concretas de planejamento e infraestrutura com a conscientização de todos sobre a necessidade de segurança e respeito mútuos.

As ações de mobilidade humana devem fazer parte de um processo planejado para colocar sempre e em primeiro lugar a segurança física e emocional das pessoas, tanto as que utilizam o transporte quanto as que trabalham nos diversos modais. Essa é a visão do Grupo CCR, companhia de infraestrutura voltada a fazer caminhos melhores e mais seguros para a sociedade que, na próxima segunda-feira – primeiro dia do Summit Mobilidade Urbana 2022, evento promovido pelo Estadão –, apresentará o painel “Desafios para a Mobilidade Humana”.

Um exemplo dessa preocupação é o projeto de escuta afetiva, disponível na CCR Metrô Bahia, na ViaQuatro e na ViaMobilidade, no qual voluntários treinados acolhem quem esteja sentindo a necessidade de desabafar. Dependendo do caso, as palavras de apoio podem ser acompanhadas de orientação para a busca de apoio psicológico. 

Outro foco das ações da CCR tem sido despertar a empatia e a compreensão entre diferentes personagens do trânsito. É o caso da websérie “Entregadores: moto e caminhão”, apresentada por Marcelo Tas. A ideia é promover a inversão dos papéis, para que cada um entenda melhor as circunstâncias do trabalho do outro.

Além do alto índice de acidentes com motociclistas nas vias urbanas, há também uma crescente preocupação relacionada às estradas: as motos equivalem a 10% do total de veículos que trafegam pelas rodovias paulistas administradas pelo Grupo CCR, mas estão envolvidas em 30% dos acidentes e 40% dos óbitos.

Esse quadro ficou mais complicado com a pandemia, que provocou um aumento significativo no número de entregadores em motocicletas nas estradas. “Muitas vezes os motoristas dos veículos de carga e dos ônibus têm dificuldade para notar a proximidade dos motociclistas, por conta de pontos cegos”, explica o presidente da CCR InfraSP, Fabio Russo.

A mesa-redonda promovida pela CCR será transmitida ao vivo, na próxima segunda, a partir das 12h45. Mais informações sobre o evento em summitmobilidade.estadao.com.br. Acesse à websérie “Entregadores: moto e caminhão”.

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