Mobilidade pensada para as pessoas
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Mobilidade pensada para as pessoas

Grupo CCR enfatiza a importância de cuidar da segurança física e emocional de usuários e trabalhadores do transporte

CCR, Estadão Blue Studio
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29 de maio de 2022 | 07h30

“Um bom caminho depende de todos.” Muito mais que um slogan, essa frase tem sido um verdadeiro guia para as ações e estratégias do Grupo CCR. Vários exemplos práticos dessa visão foram relatados durante o painel “Desafios para a mobilidade humana”, apresentado pela empresa no primeiro dia do Summit Mobilidade Urbana 2022. 

 A CCR já vinha desenvolvendo uma série de iniciativas voltadas ao bem-estar de usuários e trabalhadores, mas essa preocupação ganhou ainda mais relevância em decorrência da pandemia de covid-19. “Os últimos dois anos ocasionaram uma grande mudança comportamental em vários aspectos, inclusive na dinâmica do trânsito”, analisou Rogério Bahú, diretor de Operações da divisão CCR InfraSP.

Bahú lembrou que as demandas logísticas foram fortemente impulsionadas no período – especialmente os serviços de delivery de alimentos, remédios e outros produtos. Com a ampliação do e-commerce e o maior uso de aplicativos, aumentou o número de trabalhadores que obtêm o sustento das diversas etapas envolvidas no transporte de mercadorias. O prazo e os custos da entrega tornaram-se diferenciais competitivos ainda mais relevantes. Nesse cenário, é preciso somar ações concretas de planejamento e infraestrutura com a conscientização de todos sobre a necessidade de segurança e respeito mútuos.

Tolerância e empatia

A CCR percebeu a maior presença de entregadores de moto circulando pelas rodovias que administra, especialmente nos trechos próximos às grandes cidades. Uma consequência direta desse fato foi o aumento do número de acidentes envolvendo motos. “Há um dado que sintetiza bem a gravidade da situação: embora correspondam a 10% do total de veículos que circulam nas nossas rodovias do Estado de São Paulo, as motos estão envolvidas em 30% dos acidentes”, comparou Bahú.

Duas causas principais foram identificadas em boa parte dos acidentes: de um lado, motociclistas que seguem o mesmo comportamento de risco apresentado no trânsito urbano; de outro, motoristas de veículos pesados que não estão habituados à proximidade com motos. A partir da constatação de que é preciso despertar a empatia e a compreensão entre esses diferentes personagens do trânsito, a CCR criou a websérie “Entregadores: moto e caminhão”, apresentada por Marcelo Tas.

A ideia é promover a inversão dos papéis, para que cada um entenda melhor as circunstâncias do trabalho do outro. Um motociclista entrou na boleia de um caminhão para entender o chamado “ponto cego”, que dificulta a visualização das motos pelos motoristas dos veículos de carga, enquanto um caminhoneiro foi levado a um túnel de vento para sentir os efeitos do deslocamento de ar quando um grande caminhão passa perto de uma moto.

Rotas alternativas

Os ciclistas também têm recebido a atenção da CCR, a partir de uma constatação também relacionada à pandemia. Com o fechamento das academias e o maior apelo por atividades ao ar livre, a prática dessa modalidade cresceu significativamente. Muitas vezes, as rodovias são escolhidas pelos adeptos – inclusive as mais movimentadas, o que significa multiplicação de riscos.

A CCR iniciou, então, um projeto com algumas linhas de ações simultâneas. Procurou grupos de ciclistas para entender as dificuldades e discutir possíveis melhorias para reduzir riscos, a exemplo de ajustes na disposição de tachões e calhas de drenagem nas rodovias. Ao mesmo tempo, desenvolveu estudos sobre possíveis rotas mais amigáveis para a prática do ciclismo – em vias menos movimentadas, com limites de velocidades menores e belas paisagens naturais.

Nascia, assim, o projeto Ciclo Rotas SP CCR. Duas rotas já foram lançadas no Estado de São Paulo (Rota das Flores, em Holambra, e Rota das Frutas, que atravessa os municípios de Jundiaí, Louveira, Vinhedo e Itatiba), e outras três serão lançadas até o final do ano. Além de fornecer informações para que os ciclistas desfrutem da experiência, outro propósito do projeto é incentivar o desenvolvimento de negócios locais que possam apoiar os ciclistas, especialmente nas áreas de alimentação e hospedagem.

Missão coletiva

Além das várias iniciativas em nome da segurança física, a CCR também tem voltado suas atenções à saúde mental, mais um aspecto fortemente afetado pela pandemia. Um exemplo de projeto com esse intuito é a escuta afetiva promovida pela CCR Metrô Bahia, em parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV).

Na estação Acesso Norte, voluntários treinados se colocam à disposição de usuários do metrô que queiram desabafar, compartilhar angústias e ouvir palavras de apoio. “Dependendo do caso, há orientação para a busca de apoio psicológico, por meio do próprio CVV”, explicou André Costa, diretor-presidente da CCR Metrô Bahia, que também participou do painel, mediado pela jornalista Michelle Trombelli.

André apresentou detalhes de uma série de iniciativas de geração de renda, cultura, esporte e cidadania desenvolvidos nas comunidades do entorno do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. Um exemplo é o projeto Acelerando Seu Corre, viabilizado em parceria com a Wakanda Educação Empreendedora, que está chegando à terceira edição depois de ter capacitado quase 1.000 microempreendedores nos dois primeiros anos. Na terceira edição do projeto, prevista para o segundo semestre, a CCR Metrô Bahia irá promover capacitação junto aos ambulantes. Já a parceria com a organização social De Peito Aberto proporcionou iniciação esportiva para mais de 300 crianças.

Em março, duas artistas do grafite do Bairro da Paz, em Salvador, foram convidadas a pintar o muro da estação com o tema “diversidade e paz”, ponto de partida de um projeto de grafite que celebrará os oito anos de atuação da CCR Metrô Bahia. “Prestar serviços de mobilidade não é só transportar as pessoas. É também criar impacto e promover transformação”, afirmou o executivo.

Cada um dos mais de 1.300 colaboradores da CCR Metrô Bahia tem papel ativo na missão de zelar pelo bem-estar e pela segurança de todos – esse é o objetivo do programa Anjos da Prevenção, que incentiva os trabalhadores a identificar situações de risco para eles próprios, para os colegas e para os usuários. O monitoramento permanente é reforçado pela utilização de mais de 2 mil câmeras distribuídas pelo sistema, além de 220 câmeras corporais que registram os atendimentos prestados pela equipe.

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“Prestar serviços de mobilidade não é só transportar as pessoas. É também criar impacto e promover transformação”
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André Costa, Diretor-presidente da CCR Metrô Bahia

Vidas preservadas, o grande legado

A combinação entre engenharia e conscientização fez cair em mais de 80% o índice de mortes nas rodovias administradas pela CCR em São Paulo

Desde que começou a participar do programa de concessões rodoviárias, há 20 anos, a CCR vem investindo fortemente em um pilar fundamental para reduzir a ocorrência de acidentes de trânsito: engenharia. As rodovias paulistas da CCR estão entre as melhores do País há muitos anos, de acordo com o ranking produzido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). “Foram feitas obras de duplicação, instalados novos dispositivos e elementos de segurança e realizados investimentos permanentes em melhoria do pavimento e da sinalização”, descreveu Rogério Bahú, diretor de Operações da divisão CCR InfraSP.

Outro foco das ações por mais segurança é a educação dos usuários. “Também temos trabalhado fortemente nessa área, que exige persistência e visão de longo prazo”, avaliou o executivo. Um exemplo é o programa Caminhos para a Cidadania, que a CCR mantém para formar professores e, assim, influenciar as crianças e seus familiares.

Há também campanhas específicas voltadas a temas como a necessidade de utilização do cinto de segurança no banco de trás e os riscos do uso do celular ao volante, ou a públicos específicos, a exemplo da oferta de exames de saúde aos caminhoneiros ou do atendimento a andarilhos, personagens frequentes das beiras de rodovias.

A soma de todas essas iniciativas se traduz em um número que enche de alegria e orgulho todos que participam desse esforço no dia a dia: nos últimos 20 anos, desde que a CCR assumiu as concessões, o índice de acidentes nas rodovias paulistas administradas pelo grupo caiu 32%, e o de mortes foi reduzido em 81%. “Isso quer dizer que, se compararmos com os números de 20 anos atrás, conseguimos salvar 340 vidas em 2021”, celebrou Bahú.

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