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Modelo de serviços migra para prédios

Um novo modelo para implantação de sistemas prediais de automação é o saas (software com serviço), afirma Helio Ferraz, diretor da Onix Consulting. "É a tendência do mercado."

O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2014 | 02h12

Trata-se de um modelo de negócios em que todo o investimento em cabeamento, roteadores e tecnologia é responsabilidade do fornecedor, que cobra por mês pelo uso. "O contratante não investe nada, só faz o projeto, segundo sua necessidade."

Engenheiro eletrônico especializado em automação de segurança, Ferraz participou de um painel na feira Feicon Batimat, organizado pela Aureside. "Tudo está convergindo para IP: voz, imagem, dados", diz. "Com os sistemas prediais, não é diferente." Segundo ele, o "mundo agora é IP, sem fio, de protocolo aberto e, com todas as coisas, na nuvem".

Produtos. Conjuntos integrados incluem sistemas para gestão e operação de segurança, com as câmeras para controle de acessos e videomonitoramento, os sensores contra incêndio e a racionalização de energia. O consultor diz que dá para integrar tudo, fazendo o controle no centro de comando, que ainda gerencia o ar-condicionado.

O governo de Pernambuco fez concorrência, e a Oi ganhou um contrato de R$ 1,02 bilhão. "Vai entregar tudo e cobrar mensalmente por ponto de telefonia, internet e imagem de câmera", diz. "Se uma ou mais câmeras falharem e a imagem não chegar ao centro de controle, o contratante não paga."

"Hoje, tenho mais de dez projetos em concorrências no modelo saas. O cliente faz as especificações, entrega o projeto e faz um leilão. Quem oferecer a menor parcela mensal ganha", diz.

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