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Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Moeda sul africana sobe 3% em setembro, diz revista

O rand sul africano, que teve até agora o pior desempenho do ano entre as moedas emergentes, com queda de 17,6% neste ano, subiu 3% no acumulado de setembro, especialmente porque os indicadores econômicos da China se mostraram mais robustos, diz matéria deste final de semana da revista americana Barron''s. Esses ganhos devem ter garantido lucro rápido aos operadores de câmbio, mas os investidores em ações de longo prazo e em moedas devem manter a cautela.

LUCIANA ANTONELLO XAVIER, Agencia Estado

14 de setembro de 2013 | 09h09

É tentador fazer o contrário e apostar em alta na África do Sul. A moeda do país mostrou dinamismo no passado, recuperando quase todo seu valor um ano depois da crise financeira de 2008.

A economia impulsionada por commodities deve se beneficiar com a recuperação da China, sua maior parceira comercial. E a onda de vendas de ações da África do Sul e da sua moeda vista no começo deste verão não deve se repetir, uma vez que investidores parecem adaptados ao fim da era do dinheiro fácil e com a perspectiva de início de retirada de estímulos monetários. Afinal, a África do Sul, que tem nota de crédito A- pela Standard & Poor''s em moeda local, oferece atrativos 8,5% de retorno em títulos em moeda local.

Mas ainda é cedo para fazer essa chamada. A África do Sul ainda tem um grande déficit em conta corrente, que ficou em 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre. Apesar da melhora da China, a economia da África do Sul está estagnada e estima-se que crescerá apenas 2,4% este ano, o ritmo mais lento desde a recessão de 2009. As informações são da Dow Jones Newswires.

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