Momento é de consolidação no mercado de teles

A Oi e a Portugal Telecom anunciam sua fusão cerca de uma semana após a espanhola Telefônica ter fechado um acordo com os principais acionistas da holding que controla a Telecom Itália, aumentando sua participação no grupo.

O Estado de S.Paulo

03 Outubro 2013 | 02h08

Na avaliação dos especialistas, porém, o novo quadro de injeção de capital, não daria fôlego suficiente para que a empresa criada com fusão de Oi e PT pudesse, por exemplo, fazer uma oferta para aquisição da TIM no Brasil.

"Qualquer operadora (Oi, Vivo ou Claro) vai enfrentar problemas regulatórios para comprar a TIM. A Oi/PT vai ter mais recursos, mas não devem ser usados para comprar a TIM", disse uma fonte.

Uma das hipótese é que ao invés de a nova empresa comprar a TIM, poderia ocorrer um movimento de saída dos acionistas ligados ao governo - BNDES, Previ, Funcef e Petros - para, com esses recursos, adquirirem o braço brasileiro da Telecom Itália. "Neste caso, não haveria sobreposição de mercado e se manteriam quatro grandes concorrentes", afirmou a fonte.

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