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Montadora enfrenta greve geral nos Estados Unidos

Os trabalhadores da General Motors entraram em greve ontem nos Estados Unidos, depois que as negociações de um novo contrato trabalhista entre a empresa e o sindicato United Auto Workers (UAW) entraram em um impasse. A paralisação, que envolve 73 mil funcionários representados pela UAW, atinge todas as fábricas da empresa no território americano. O UAW não convocava uma greve nacional contra a GM desde 1970, quando os trabalhadores ficaram de braços cruzados por mais de 60 dias.Nem o sindicato nem a empresa disseram as razões do impasse. As discussões em relação à redução de custos com planos de saúde pagos para funcionários, aposentados e viúvas de ex-trabalhadores estavam adiantadas. Aparentemente, o que travou o acordo foram exigências do UAW de que a empresa estabeleça um nível mínimo de investimentos nos EUA, a fim de garantir o emprego de seus associados.A GM expressou sua decepção com a decisão. ''''A negociação envolve assuntos complexos e difíceis que afetam a segurança no trabalho de nossos empregados nos EUA e a viabilidade a longo prazo da companhia.''''

O Estadao de S.Paulo

25 de setembro de 2007 | 00h00

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