Mortes nas estradas administradas pela EcoRodovias caíram 47% em uma década
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Mortes nas estradas administradas pela EcoRodovias caíram 47% em uma década

Empresa, após cumprir compromisso da ONU, reafirma meta para mais dez anos

EcoRodovias, Media Lab Estadão
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19 de dezembro de 2020 | 08h00

Ao incorporar, em sua rotina de trabalhos, ações de segurança viária e aceitar o desafio da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Década de Ação Pela Segurança no Trânsito, a EcoRodovias conseguiu atingir indicadores consistentes a favor da vida nas estradas que ela administra. A comparação entre os dez primeiros meses de 2020 e o mesmo período de 2011 – entre as concessionárias que já estavam em atividade – mostra a redução de 47% no número de mortes: de 502 elas caíram para 268. O número de acidentes também sofreu uma queda, de 40%. Ou, em números absolutos, eles baixaram de 15.635 para 9.370. “Por mais que os números anuais não estejam fechados, e em uma ou outra rodovia tenham ocorrido alguns picos, a tendência clara dos indicadores é de queda”, afirma Rui Klein, diretor de Concessões Estaduais da EcoRodovias. De acordo com o executivo, após cumprir as recomendações divulgadas pela ONU em nível mundial, a empresa segue firme com o propósito de repetir o esforço até 2030. Ao contrário da década entre 2011 e 2020, em que a ONU não colocou uma meta numérica para os países, agora, para esse segundo período de dez anos, a entidade internacional determinou que o número de mortes nas estradas sofra uma redução de 50%. “Manter essa redução é sempre um desafio, mas continuaremos firmes com esse propósito”, diz Klein. Segundo o diretor da EcoRodovias, todos os resultados colhidos até agora são frutos de um tripé de sustentação das atividades da empresa. “Nós investimos sempre em obras de engenharia e na construção de estradas seguras. Na questão da fiscalização, em parcerias com as polícias, estamos sempre atentos à segurança de todos. A terceira parte do tripé, fundamental também, são as campanhas de educação feitas de forma constante para conscientizar os usuários das rodovias, tanto os motoristas quanto os pedestres”, afirma Klein.

Nesse item específico, de ajudar os motoristas a não se envolverem em acidentes que podem gerar vítimas fatais em muitos casos, Alberto Lodi, diretor de Concessões Federais da empresa, revela mais uma conclusão importante evidenciada pelos dados. Segundo ele, as colisões traseiras são o tipo de acidente mais comum, com média anual de 3.858 ocorrências, considerando todas as concessionárias do grupo. Já a maior causa de morte no asfalto são os atropelamentos, com uma média anual de 97 registros. Em 2019, 119 pessoas morreram atropeladas, 30% do total de mortes contabilizadas pelas nove concessionárias que estavam em operação. “Esses números deixam claro o quanto a imprudência é o principal motivo para acidentes e mortes nas rodovias”, diz Lodi. “As colisões traseiras costumam acontecer, principalmente, por falta de atenção ou excesso de velocidade.

No caso dos atropelamentos, a maioria ocorre perto de passarela. Ou seja, por imprudência dos pedestres. É um comportamento que, infelizmente, provoca a maior parte das mortes nas rodovias”, explica o executivo. As estatísticas computadas pela EcoRodovias para o cumprimento da meta da década de segurança viária da ONU englobam seis rodovias: Eco101(responsável pelo trecho capixaba da BR-101/RJ/BA), Ecocataratas (BR-277 entre Guarapuava e Foz do Iguaçu), Ecosul (Polo Rodoviário de Pelotas), Ecovia (BR-277/Paraná), Ecopistas (Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto – SP) e Ecovias (Sistema Anchieta-Imigrantes – SP).

 

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