Foto: Amanda Perobelli/Estadão
Foto: Amanda Perobelli/Estadão

Movimentos prometem mais protestos à tarde em SP

Após atos registrados durante a manhã em diversos pontos da cidade, manifestantes devem se concentrar no Largo da Batata

O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2017 | 13h16

Depois dos atos pontuais registrados durante a manhã desta sexta-feira, 28, na capital paulista, movimentos prometem mais manifestações durante a tarde em protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência.

As maiores concentrações devem acontecer por volta das 15h no Largo da Batata e na Avenida Paulista, onde vários movimentos confirmaram presença via redes sociais. Veja os horários marcados para as concentrações.

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LARGO DA BATATA

15h

- O Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), representa profissionais da rede privada. Segundo o site do sindicato, 260 escolas pararam nesta sexta-feira.

- Trabalhadores de museus prometem concentração em frente ao Instituto Tomie Ohtake. O evento na rede social tem mais de 100 confirmações de presença.

- O movimento LGBT prevê a concentração em frente à estação Faria Lima da Linha 4 - Amarela do Metrô. O evento no Facebook tem mais 1,1 mil presenças confirmadas.

16h 

- Evento de estudantes da USP tem quase 400 pessoas confirmadas no Facebook.

17h

- Ato convocando estudantes, funcionários e professores da PUC-SP tem mais de 500 confirmações no Facebook.

- Os movimentos preveem uma concentração às 17h. Este evento tem mais de 12 mil presenças confirmadas na rede sociale promete ir até a residência do presidente Michel Temer na capital paulista.

AVENIDA PAULISTA

14h

- A central CSP-Conlutas marcou a concentração no vão do MASP. No evento marcado no Facebook, 1,5 mil pessoas confirmaram presença.

15h 

- Trabalhadores da rede privada de educação também marcaram concentração na Praça dos Arcos, no encontro da Paulista com a Av. Angélica. No Facebook, o evento tem mais 500 pessoas confirmadas.

PRAÇA DA SÉ

14h

- O evento Greve Geral Revolucionária, organizado por trabalhadores autônomos, tem mais de 400 pessoas confirmadas no Facebook. "No centenário da Greve Geral de 1917 evocamos o espírito de luta do proletariado, que rememorando seu passado resgata a tradição histórica de rebelião fazendo valer seus anseios e reivindicações no presente", diz a descrição do evento.

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