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Mudança na comunicação anima agências de viagem

Um dos maiores problemas da Costa do Sauipe na relação com agentes de viagens e turistas sempre foi o fator apontado como grande diferencial do destino turístico: o ineditismo de sua configuração operacional.

, O Estado de S.Paulo

25 de setembro de 2010 | 00h00

Sauipe não só foi o primeiro megarresort do País como, dentro dele, funcionavam hotéis de marcas conhecidas, cada uma com sua filosofia de trabalho, suas opções de pacotes e de preços. Além disso, cada empresa com atuação no complexo tinha uma equipe de vendas própria, materiais de divulgação e diferentes políticas de remuneração a agentes e operadores.

O diretor comercial da CVC, Cleyton Armelin, conta que a configuração do resort atrapalhava até profissionais do setor. "O próprio agente de viagens ficava confuso com os nomes dos hotéis e os serviços oferecidos."

Uma das preocupações da Sauipe S.A. no "relançamento" foi tentar facilitar a comunicação com agentes de viagens e público. "Queremos entregar uma experiência melhorada ao hóspede, deixando ele à vontade para aproveitar todas as opções que o resort oferece", diz o presidente da Sauipe, Eduardo Giestas.

De acordo com ele, o mercado tem respondido às mudanças. "A ocupação, no primeiro semestre, foi mais de 40% maior do que no mesmo período de 2009 e a receita com hotelaria cresceu 15%", afirma.

Os novos planos para a Costa do Sauipe voltaram a animar os operadores de turismo. "É o ressurgimento de uma marca muito forte, que agora ficou mais fácil de vender", justifica Armelin, da CVC.

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