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Mudanças no BC são técnicas, afirma Meirelles

Presidente do BC afirma que indicações não vai distanciar a instituição do mercado financeiro

Agência Estado,

29 de outubro de 2007 | 16h02

As mudanças anunciadas na diretoria do Banco Central do Brasil tiveram caráter absolutamente técnico e a escolha dos nomes foi natural, afirmou nesta segunda-feira, 29, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Em entrevista exclusiva ao Agência Estado no Ar, programa que marca a estréia da Agência Estado na programação da Rádio Eldorado, ele negou que as indicações distanciem a autoridade monetária do mercado financeiro, como avaliam alguns analistas. Veja também:Ouça a entrevista com Henrique Meirelles Meirelles destacou que Paulo Sérgio Cavalheiro, atual diretor de Fiscalização, também é funcionário de carreira do banco. Para o lugar dele, o presidente indicou Alvir Alberto Hoffmann, que está no BC desde 1978 e ocupou o cargo de consultor da Diretoria de Fiscalização. "Pela experiência na área, ambos são candidatos naturais à função", considerou. O mesmo critério, segundo o presidente do BC, é válido para Anthero de Moraes Meirelles, que ocupará o cargo de diretor de Administração no lugar de Antonio Gustavo Matos do Vale. "Portanto, não há nenhum tipo de surpresa. As indicações são absolutamente técnicas e baseadas na meritocracia", ressaltou. Em relação à diretoria internacional, que será ocupada por Maria Celina Berardinelli Arraes, Meirelles explicou que a reestruturação na área fez com que o perfil de profissional mais adequado para o cargo também fosse o de um funcionário de carreira. Ela trabalhou durante 25 anos no BC, onde ocupou, entre outros, a Secretaria-Executiva.  

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