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Mundo se curvará ao biocombustível, afirma Lula

No rádio, presidente diz que é necessário apostar em uma nova matriz energética menos poluente

Agência Estado,

24 de novembro de 2008 | 09h56

É necessário apostar numa nova matriz energética e o mundo se curvará ao biocombustível, afirmou nesta segunda-feira, 24, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Sabemos que o mundo precisa produzir mais biocombustível, que é preciso diminuir a emissão de gases de efeito estufa e, para isso, não podemos usar a mesma quantidade de petróleo que estamos utilizando", explicou, durante o programa semanal de rádio Café com o Presidente. Na semana passada o presidente participou da 1ª Conferência Internacional de Biocombustíveis, em SP, com a presença de quase cem delegações estrangeiras.   Veja também:  Manter tarifas sobre o etanol é uma contradição, afirma Lula  Crise privilegia investimentos em biocombustível, diz Dilma   Lula lembrou que em dezembro o Brasil comemora a produção de 7 milhões de carros flexfuel, veículos capazes de funcionar tanto com álcool quanto com gasolina. Ele listou as vantagens do biocombustível, destacando o fato de ser menos poluente. "E já estamos trabalhando na produção de etanol de segunda geração, o que é mais importante, porque vamos produzir etanol de cavaco de madeira e de bagaço de cana."   O presidente voltou a desvincular a alta nos preços dos alimentos da produção de biocombustíveis, explicando que o aumento dos alimentos está ligado à especulação no mercado futuro. "Eu acho que as pessoas se convenceram de que o Brasil tem terra e o mundo tem terra, tem água, tem sol para produzir biocombustível e para produzir alimento para sustentar o mundo."

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