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Município de Bastos, em São Paulo, tem o maior efetivo de galináceos

Total de galináceos - galos, galinhas, frangos e pintos - chegou a 13,781 milhões, segundo o IBGE

Idiana Tomazelli, O Estado de S. Paulo

08 Outubro 2015 | 10h00

RIO - O município de Bastos, em São Paulo, liderou o ranking brasileiro em termos de galináceos (galos, galinhas, frangos e pintos) em 2014. O efetivo chegou a 13,781 milhões, 1% do total nacional, segundo dados da pesquisa Produção da Pecuária Municipal (PPM) referente ao ano passado. As informações foram divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na sequência, os maiores efetivos de galináceos foram vistos em Rio Verde, em Goiás, com 13,3 milhões de cabeças, e em Santa Marta de Jetibá, no Espírito Santo, com 12,862 milhões. Dos 20 maiores municípios produtores, oito estão no Sudeste, seis no Sul, cinco no Centro-Oeste e apenas um no Nordeste.

Porém, é a região Sul que detém a maior participação no efetivo nacional, com 46,0%, sendo 22,7% só no Paraná, onde havia 301,885 milhões de galináceos. Na produção apenas de galinhas, um dos tipos pesquisados, o Sudeste lidera, com participação de 36,4%.

Ao todo, o efetivo nacional de galináceos chegou a 1,331 bilhão de cabeças em 2014, aumento de 6,6% em relação a 2013. Segundo o IBGE, houve crescimento em todas as regiões, com destaque para os incrementos de 6,0% no Sul e de 13,0% no Centro-Oeste.

"O Brasil ocupava a terceira posição na produção mundial de carne de frango em 2014, ficando atrás dos Estados Unidos e da China", notou o IBGE.

A produção de ovos de galinha, por sua vez, foi de 3,734 bilhões de dúzias, aumento de 3,2% sobre o registrado em 2013. O valor da produção subiu 12,7% no mesmo tipo de confronto. O preço médio ficou em torno de R$ 2,50 a dúzia, sendo o mais alto em Tocantins (R$ 5,40) e o menor em São Paulo (R$ 2,00).

Os municípios líderes foram Bastos (SP), com 260,446 milhões de dúzias, Santa Maria de Jetibá (ES), com 246,994 milhões de dúzias, e Itanhandu (MG), com 88,668 milhões de dúzias. Juntos, eles respondem por 16,0% da produção nacional. 

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