Mustangs que ficaram na gaveta contam história do mito

Esportivo que faz sucesso desde 1964 tem bastidores da sua história revelados pela Ford

16 de julho de 2013 | 10h21

SÃO PAULO - Como parte da comemoração pelos 50 anos do Mustang, a Ford fez um levantamento em seus arquivos para contar um outro lado da história do carro considerado um dos maiores sucessos da indústria automobilística mundial.

O lançado em 1964 tornou-se um mito, mas muitos dos seus protótipos ao longo das últimas cinco décadas não chegaram ao mercado, por diferentes motivos.

Apenas uma pequena parte dos muitos modelos projetados foram para a rua ostentando o famoso símbolo do cavalinho galopante. Os outros fazem parte de um acervo histórico que a Ford decidiu mostrar agora.

"Como o processo de projetar e desenvolver um carro novo exige tempo e dinheiro, ninguém se compromete a investir centenas de milhares de dólares sem antes considerar seriamente uma série de alternativas", destaca Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Ford. "Uma visita aos arquivos da Ford mostra alguns desses estudos do Mustang que não aconteceram, para que se tenha uma ideia desse trabalho".

Avanti 1962. Foi uma das primeiras apostas de como seria um esportivo pequeno, para os padrões americanos, de quatro lugares. O cupê rebaixado foi um dos inúmeros estudos de design avaliados até a aprovação da produção do Mustang.O teto fastback foi adotado no Mustang 1965.

Mustang 1965 quatro portas. O Mustang usou como ponto de partida a plataforma do compacto Falcon, de duas portas. Uma versão de quatro portas do Mustang foi pensada como forma de completar essa ideia, mas o projeto ficou na gaveta.

 

Conceito Allegro II 1967. Tentando retomar um dos conceitos originais do projeto do Mustang de 1962, os engenheiros substituíram toda a área envidraçada por um para-brisa baixo, com nova traseira e para-lamas em formato de asa. Como a Studebacker já tinha usado o nome Avanti em sua linha, o conceito foi chamado de Allegro II, remetendo a um dos primeiros estudos de design do carro.

 

Conceito Mach 2 1966. O motor foi transferido da frente para trás dos bancos. O estudo serviu para a sua avaliação como um possível sucessor do Shelby Cobra. Manteve as proporções de frente longa e traseira curta que caracterizam o Mustang. Mas o Mach 2 também nunca foi além da exibição em salões.

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