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Na Argentina, montadora terá dólar para importar

O governo da Argentina, em reunião com os dirigente das montadoras, em Buenos Aires, comprometeu-se nesta sexta-feira a vender às empresas, por intermédio do Banco Central, US$ 100 milhões por mês para que possam importar autopeças. Sem os dólares, as montadoras estavam com dificuldades para importar, o que prejudica o comércio com o Brasil.

ARIEL PALACIOS, CORRESPONDENTE, Estadão Conteúdo

13 de setembro de 2014 | 08h36

Fontes do governo argentino indicaram que os dólares serão repartidos em função da posição de cada montadora no mercado e de suas respectivas necessidades. Em troca, as montadoras comprometeram-se a não suspender o contrato dos trabalhadores e acelerar a entrega dos veículos nas concessionárias (atualmente, a espera já supera os 90 dias).

Os problemas para a obtenção de dólares para importar levaram o presidente da General Motors para a América do Sul, Jaime Ardila, a anunciar nesta semana que suspenderá as exportações de automóveis da filial brasileira da GM para a Argentina, já que há um mês a montadora na Argentina não consegue dólares para pagar as dívidas com o Brasil. Com reservas externas em baixa e em disputa com credores em torno do pagamento de dívidas, a Argentina enfrenta escassez crescente de dólares, o que dificulta as importações. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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