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Na Grécia, setor do transporte público sofre nova greve

Os trabalhadores das companhias de transporte público da Grécia permanecerão hoje parados por 24 horas. A greve causou uma situação caótica no início da manhã nas ruas da capital, Atenas. Durante o horário de pico do trânsito da manhã, imagens de televisão mostravam os congestionamentos de quilômetros, em várias das principais vias da cidade. Muitos atenienses apelaram para o transporte privado para chegar ao trabalho.

GABRIEL BUENO, Agencia Estado

16 de dezembro de 2010 | 11h13

A greve afetou os serviços de ônibus, trólebus, bonde e metrô. É o segundo dia nesta semana que os trabalhadores do transporte público cruzam os braços, após aderirem à greve geral de ontem que paralisou o país e levou a violentos confrontos em Atenas. Trabalhadores do setor ferroviário, que trabalham para a companhia nacional ferroviária, também estão em greve hoje.

O protesto é contra os planos do governo para realizar cortes em empresas estatais. O Parlamento da Grécia aprovou anteontem uma controversa reforma em uma lei que regula o setor de ônibus. A mudança, entre outros pontos, prevê o corte de salários para funcionários em licença e também em bônus e outros benefícios.

Em maio, a Grécia escapou por pouco da falência com o auxílio de um pacote de 110 bilhões de euros da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Em troca, o país se comprometeu com duras reformas econômicas, a fim de reduzir o déficit orçamentário para abaixo de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2014. Na semana que vem, o Parlamento votará o Orçamento de 2011, que inclui mais medidas de austeridade, como cortes de gastos e aumento de impostos. A intenção do governo é reduzir o déficit para 7,4% do PIB no próximo ano. Em 2010, a previsão é que o déficit fique em 9,4% do PIB. As informações são da Dow Jones.

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