''Não cabe aos ricos dizer se País deixou de ser emergente''

O diretor do Departamento Econômico do Itamaraty, Paulo Mesquita, garantiu ontem que o governo vai "fazer de tudo" para preservar as vantagens que os produtos brasileiros usufruem nos mercados dos países ricos.

Raquel Landim, O Estado de S.Paulo

21 de abril de 2011 | 00h00

A União Europeia disse que vai retirar o Brasil de seu sistemas de preferência tarifária, em que reduz as taxas de importação cobradas dos países pobres. Japão e Estados Unidos ameaçam fazer o mesmo. O argumento é que o Brasil deixou de ser uma nação emergente.

"Não podem decidir unilateralmente que o Brasil não é mais um país em desenvolvimento", disse Mesquita. Ele afirmou que o governo pode questionar legislação que discriminem especificamente o País, embora os sistemas de preferência tarifária sejam uma concessão unilateral dos países ricos.

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