Não discriminem os fundos soberanos, alerta OCDE

Os países que recebem investimentosde fundos soberanos não devem discriminá-los ou permitir que omedo e a desconfiança alimentem uma onda de protecionismo,afirmou a OCDE neste sábado. Esses fundos, com ativos de mais de 2 trilhões de dólares erápido crescimento, têm sido debatidos em muitos paísesocidentais que temem que as decisões de investimento sejambaseadas em política e não em objetivos financeiros. Em um relatório sobre o tema, a Organização para Cooperaçãoe Desenvolvimento Econômico afirmou que seus membrosconcordaram em ser guiados por princípios não discriminatóriose a garantir que suas regras sobre investidores estrangeirossejam claras e previsíveis. "Como frequentemente ocorre, quando um novo ator aparece nocenário financeiro internacional, os participantes precisam sermelhor informados", apontou a OCDE no relatório para um comitêdo Fundo Monetário Internacional (FMI). "O crescente papel dos fundos soberanos levanta questõessobre o funcionamento dos mercados financeiros e questões sobreas políticas de investimentos, incluindo preocupaçõeslegítimas." O G7 pediu à OCDE e ao FMI que estudem os fundos soberanose formulem uma lista de boas práticas.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.